Desde 1º de agosto de 2026, a gasolina brasileira tem 32% de etanol anidro. O E32 aprovado pelo CNPE divide opiniões entre quem apoia (governo, UNICA, Instituto Mauá de Tecnologia, AVL List GmbH) e quem critica (ANFAVEA, Sindipeças, Ministério Público Federal, que pediu suspensão e R$ 500 mi de indenização). Este Artigo Técnico AUT apresenta todos os lados: os argumentos de segurança energética e redução de 900 mi litros/ano de importação, as críticas à ausência de testes de durabilidade específicos para E32, o impacto real por perfil de veículo (do flex moderno ao carro carburado), os componentes mais vulneráveis e o papel dos aditivos de combustível nesse novo contexto. Com 20 referências primárias de agosto de 2026.
